FILHOS DA MADRUGADA | O “Senhor Livro” da Sé Velha

Uva chilena, pera sul-africana e melão espanhol preenchem as únicas três caixas internacionais da prateleira mais vistosa do Minimercado Lopes. Situado na recôndita Rua Joaquim António de Aguiar, junto à Sé Velha de Coimbra, é aqui que, entre as 9h e as 19h, fica ancorado o António Lopes, 85 anos, livro desta história. Livro? Tendo […]

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Fora da Caixa | Li Furtado, Empresária

Uma pessoa determinada. Assim se define Li Furtado, heterónimo que usa online, Cátia para os amigos. 36 anos, natural de Ermidas-Sado e mãe da pequena Maria Clara, de apenas 1 ano. Em 2012 fundou a CINCO, uma marca de jóias minimalistas feitas à mão a partir de Coimbra. Numa Era completamente dominada pelas redes sociais, […]

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FORA DA CAIXA | Catarina Camacho

Natural de Castelo Branco, viveu na Madeira, em São Paulo e em Lisboa, mas escolheu Coimbra para morar. Mãe, apaixonada por moda, apresentadora de televisão, define-se como uma caixa de surpresas e uma mulher de sonhos. Rosto conhecido da estação pública, apresenta o programa das tardes de sábado da RTP, Aqui Portugal. Na apresentação há […]

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FILHOS DA MADRUGADA | O “Engraçador” da Praça

A esponja desliza, minuciosa e horizontalmente, as vezes que forem necessárias até que o brilho dos sapatos seja evidente. Depois, as mãos que os engraxam são lavadas com areia – sim, areia -, porque a fricção, entre os grãos e a pele, é o truque para remover os resquícios de gel negro. Todo o passante […]

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FORA DA CAIXA | Cláudia Carvalho, actriz

40 anos, alentejana de Grândola, viveu muitos anos em Alcácer do Sal e agora vive em Coimbra. Aos 18 fez Estudos Teatrais em Évora, mas na altura sentiu que não era bem aquilo. Mais tarde inscreveu-se no Cendrev, companhia residente do Teatro Garcia de Resende, e aí sim deixou-se encantar pela beleza do Teatro. Depois […]

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Susana China: “Tenho muito orgulho e gostava que Coimbra fosse mais aberta.”

Susana dá graças a Deus pelo sítio onde nasceu. Ouça, é que não mudava. Gostou da escola onde andou, da família onde cresceu, de jogar ao berlinde, de jogar à macaca, de saltar à corda e ouvir a mãe a chamar: Meniiiiinas, venham para caaaaaasa! Não tinha telefone fixo e era aquele sossego, aquela liberdade. Susana nasceu […]

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