Chama-se Cru e é uma nova marca sustentável de Miranda do Corvo

É um facto que o verde é a tendência um pouco por todo o mundo, uma espécie de moda boa dado o estado do planeta, e Portugal não é excepção. Claro que tem ratoeiras, porque consumir é sempre de evitar, mas para quando é preciso comprar peças novas e querendo fugir à chamada fast fashion, vale a pena ter em conta que há marcas sustentáveis nacionais e até produzidas na nossa região, o que reduz a pegada ambiental além de contribuir para a nossa economia.

A Cru é um exemplo e tem a tão nossa cortiça como ponto de partida. A marca de Miranda do Corvo está a lançar-se no mercado dos produtos ecológicos, na tentativa de participar naquela que intitulam como a batalha das nossas vidas

Na plataforma online www.cruecoliving.com há desde calçado (70€ aos 90€), chapéus (28€) e acessórios como malas e mochilas (30€ aos 140€), de várias cores, feitios e tamanhos, até objectos para a casa desde bases para a mesa (4€ a 26€) até nécessaires (31€), chinelos (29€) e suportes para especiarias (7€). 

Na plataforma percebemos um conceito onde se afirma que o mundo, casa de todos nós, muda a cada segundo e pertence aqueles que acreditam nele, reconhecendo o lado único dos diferentes ecossistemas e espécies, declara a Cru, que olha para a sustentabilidade como um ponto de partida e a hipótese materializada para aqueles que transformam sonhos na crença e que querem construir uma nova realidade. O projecto português tem o mundo inteiro no horizonte e defende que em cada casa se acredite na importância de proteger o planeta terra.

Miúdos

A Cru tem uma secção dedicada aos mais novos, com réguas em forma de girafa (62€) para medir a altura dos pequenos, objectos personalizáveis como o nome escrito em cortiça natural (30€) e outras peças decorativas. É tudo feito com o material de origem vegetal da casca dos sobreiros, que é leve e tem um grande poder isolante.

Com uma área de 730 mil hectares de montado de sobro, Portugal é responsável por mais de 50% da produção mundial de cortiça. O sector, desde as empresas ligadas à extracção e transformação à comercialização, gera mais de 9 mil postos de trabalho a nível nacional.

Texto: Filipa Queiroz
Fotos: Cruecoliving.com

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