Se ficar confortável em casa for um problema esta empresa resolve

Fique em casa foi uma das frases mais ouvidas, senão a mais ouvida dos últimos meses. A casa foi e é, de facto, mais importante do que nunca. É certo que nem toda a gente tem um lar doce lar, mas também é certo que às vezes só não tem porque não pensou nisso a tempo. Enquanto profissionais de diferentes sectores paralisaram, durante o Estado de Emergência, outros mantiveram-se à tona a responder às necessidades, e a construção foi um deles. Foi sentido o peso do sector para a economia, diz José Guilherme Martins. O engenheiro e director geral da Matobra confessa que ao susto inicial seguiu-se a vontade de reagir por isso, com as devidas precauções e alguns espaços encerrados, a empresa manteve as portas abertas, agora também online através do novo site e apostando mais na produção de conteúdos e redes sociais: FacebookInstagram, LinkedinHomify. Agora, é através delas que chega grande parte das encomendas.

As pessoas iam adiando reparações como aquela torneira que pingava, aquela porta empenada, aquele tampo de sanita avariado e, se numa primeira fase do confinamento, foram resolvendo esses pequenos problemas e avarias da casa - e a Matobra tinha condições para ajudar -, agora, neste período de desconfinamento, começam a querer renovar divisões inteiras, conta José Guilherme Martins. Ora porque se cansaram de ter uma casa de banho antiga, ora porque viram aqueles vídeos na Internet da pessoa a fazer pão que tinha uma cozinha mais simpática; no fundo as pessoas querem melhorar a casa ou tê-la o mais preparada possível.   

Fomos ao Showroom da Matobra, na Pedrulha. Entrámos pela parte de cima, porque por estes dias a organização do espaço ainda é limitada aos constrangimentos ditados pelo Estado de Calamidade que o país atravessa, devido à pandemia global do novo coronavírus. Foi Cristina Rio Torto que nos recebeu, filha de Luíz Ramos, o fundador da empresa com mais de meio século de história, bem enraizada na cidade de Coimbra. Tão importante para a localidade que a rua onde nos encontramos tem o nome dele. Foi aqui que, em 1992, o empreendedor conimbricense surpreendeu o país com a primeira Exposição, as Galerias Nova Matobra, ao estilo daquilo que hoje é comum ver noutros estabelecimentos mas não com a mesma excelência e atendimento personalizado e rigoroso que a Matobra se orgulha de oferecer.

Há mesinhas coloridas espalhadas por todo o Showroom, para os filhos dos clientes que forem às compras em família. Cruzamo-nos com uma cliente holandesa, residente em Penela, e é José Guilherme Martins, filho de Cristina, que nos faz pessoalmente uma tour pelos dois andares repletos de soluções de quartos de banho, cozinhas e outras divisões da casa onde, geralmente, quem entra se demora. Às vezes os clientes passam aqui a semana porque vamos ao mais ínfimo detalhe e, claro, de encontro com o orçamento e a qualidade que procuram, explica o engenheiro que há 3 anos integrou a equipa e que, depois da grave crise económica nacional de 2008, agora se vê a braços com a pandemia de Covid-19.

Showroom

Chamavam-se Galerias e o termo mais técnico é Exposição. Entrando no Showroom da Matobra, os clientes podem ver e ter a sensação de experimentar produtos, materiais e quartos de banho, salas e cozinhas completas. Se já tiverem uma ideia do que procuram, basta dirigirem-se a um ou uma das funcionárias e pedirem aquilo que já sabem que querem. A equipa inclui arquitectos, engenheiros e outros profissionais especializados, por isso é fácil obter a dica certa. Se só quiserem conhecer a oferta e descobrir as novidades, é só passearem pelos dois andares repletos de corners das várias marcas, dezenas delas de renome, mesmo estrangeiras mas fabricadas em Portugal. Quem sabe encontram o quarto de banho ou a cozinha que sempre quiseram, quando até só estavam a pensar mandar pintar umas paredes ou restaurar um móvel antigo.

Outlet

Na Matobra fazem realmente de tudo para construir ou decorar uma casa, desde projectos de decoração e design de interiores de raiz a projectos 3D, mobiliário personalizado, confecção de cortinados, venda e instalação de electrodomésticos, tudo a preços competitivos. Aliás, se o orçamento for mais limitado, a empresa até tem um outlet, o Mercado Popular, do outro lado da estrada. Tem artigos em fim de colecção ou em pequenos lotes e, por isso, vendidos com uma excelente relação qualidade/preço. Junto ao outlet fica o Armazém, que é onde geralmente se dirigem constructores e outros profissionais do sector para adquirir produtos ou equipamentos.

História

Actualmente, 45 pessoas trabalham na Matobra - Materiais de Construção e Decoração, SA. Temos uma equipa estruturada, apostamos muito na formação do nosso pessoal e isso leva a termos uma equipa com muitos anos de casa, conta José Guilherme Martins, que nos apresentou a uma funcionária com 26 anos de casa e um grande sorriso no rosto, sentada numa das secretárias junto a um dos expositores. Luíz Ramos faleceu em 2000, mas a família continuou com muita dedicação o legado que começou com uma pequena loja na Rua da Figueira da Foz, no coração da cidade de Coimbra. Em 1992, o fundador antecipou o futuro e criou a primeira Exposição do país, porque percebeu que os materiais de construção não podiam continuar a ser direccionados só para as empresas e profissionais do sector. Foi criada de raiz, recorda José Guilherme. Depois dos pais, neto abraçou há 3 anos o negócio familiar, que hoje actua à escala nacional e internacional, mas sempre a partir de Coimbra. 

Nós chegamos lá mas é aqui que queremos estar, é este mercado que conhecemos, que queremos trabalhar, e foi neste mercado que fomos marcando o sector, afirma. Há valores que são de Coimbra, de respeito, de dedicação ao trabalho, e nós temos esse orgulho.

A pandemia não parou a Matobra. Temos crescido nos últimos 3 anos e neste momento cerca de 30% nos nossos quadros têm curso superior, que não é essencial para este sector mas tem sido importante na renovação da equipa e crescimento e isso também nos tranquiliza em relação ao futuro, porque é uma equipa leal. José Guilherme Martins diz que a empresa se tem conseguido adaptar aos novos tempos de alguma indefinição, mas olha com esperança para o futuro. Até porque as pessoas neste confinamento passaram a olhar para as casas de outra forma; perceberam que é o nosso último refúgio e que temos de a ter o mais confortável possível, mais adaptado às necessidades e a Matobra está aqui para isso.

Vencedora de várias distinções, por exemplo da parte da Câmara Municipal de Coimbra como patrocinador principal do desporto local, no ano passado a Matobra arrecadou mais uma. A APCMC - Associação de Materiais de Construção atribuiu-lhe, no âmbito da Concreta, o prémio de Melhor Loja – Inovação.

José Guilherme Martins diz que a Matobra tem todos os benefícios e desvantagens de uma empresa familiar mas, acima de tudo, uma relação muito próxima com toda a equipa. Numa sala de reuniões pudemos ver provas de carinho seja da creche vizinha, seja de artistas e desportistas. Os valores da empresa misturam-se com os valores familiares e essa obrigação que as empresas têm de contribuir para a sociedade e regiãodiz o representante da terceira geração. A Matobra apoia clubes, associações e acções de responsabilidade social, e também cria as próprias iniciativas como as Cadeiras do Curso de Vida da Matobra, que é uma venda solidária em que a Coolectiva participou no ano passado.

Durante o recente período de quarentena, a empresa também reforçou o investimento publicitário, como forma de dizer à comunidade Estamos ao Seu Lado e apoiar os órgãos de comunicação social locais e regionais. Achámos importante, nesta altura difícil para todos, porque são um garante de liberdade, achámos que não podíamos faltar, numa altura de aperto tão grande, fazer a nossa contribuição, nomeadamente porque são os nossos valores e os valores de Coimbra; valores de liberdade e de democracia, afirma José Guilherme Martins.

As portas da Matobra estão abertas, online a qualquer hora e offline, nos espaços físicos, das 10h às 18h. Aconselham a fazer marcação, para evitar esperas. De resto, quem vem espera um atendimento de excelência e é isso que contamos oferecer, conclui o director geral.

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