CIDADE

Direito de resposta e rectificação de Cláudia Ascenso

Em cumprimento da legislação em vigor e de acordo com os valores que a Coolectiva acolhe no seu estatuto editorial, publicamos o direito de resposta e de rectificação de Cláudia Ascenso, relativo a um artigo publicado no dia 17 de Fevereiro de 2019.

Foi publicado na vossa revista, uma notícia de que o Arquiteto José Pedro Lima, foi o Autor e assinou o projeto de arquitetura de reabilitação de um prédio sito na Rua do Loureiro, n.º 59, em Coimbra, notícia esta que foi complementada com declarações do próprio.

Foi com grande espanto e perplexidade que tomei conhecimento desta notícia, a qual foi publicada em algumas revistas e sites de Arquitetura.

Sou Cláudia Ascenso, Arquiteta, e fui a Autora do projeto de Arquitetura do prédio sito na Rua do Loureiro, n.ºs 59 e 61, da União das Freguesias de Coimbra.

Fui contratada pela proprietária do referido prédio para efetuar esta prestação de serviços.

Fui também eu que assinei o termo de responsabilidade do Autor do Projeto e o termo de responsabilidade do Coordenador do Projeto, os quais constam no projeto de Arquitetura que deu entrada na Câmara Municipal de Coimbra, assim como os meus dados pessoais, a apólice de seguro de responsabilidade profissional, a memória descritiva, a calendarização da execução da obra e a estimativa do custo total da obra, conforme pode ser comprovado junto da respetiva entidade.

Se tenho que dividir o mérito desta obra com alguém, será com o empreiteiro e proprietária da mesma, que muito ajudou na realização de algumas alterações e com sugestões úteis.

As suas declarações não passam de plágio, já que apresentou uma obra intelectual como sendo sua e sem a permissão da Autora da mesma, o que será tratado nos organismos próprios.

A equipa editorial decidiu proceder à eliminação do artigo mencionado.

One comment

  1. Tinha lido este artigo e agora leio a resposta e continuo sem compreender o que se passou. Um bom artigo tentaria explicar. Compreendo que o artigo inicial estava errado, mas neste direito de resposta poderiam ter tentado esclarecer o que passou. É triste que estas notícias expresso na net sejam tão fracas.

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