Duas ou três coisas sobre a chamada profissão mais antiga do mundo

Muitos defendem que é um trabalho como qualquer outro, mas as opiniões e a regulamentação sobre a prostituição dividem-se e há quem defende que não existe prostituição voluntária. Estudos indicam que cerca de 90% das prostitutas afirmam que gostariam de mudar de vida, em muitos casos não é sequer uma escolha e inúmeras mulheres são pressionadas a fazerem-no através de violência e tráfico.

A propósito do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher (25 de Novembro) e do Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de Dezembro),  está em Coimbra uma exposição no Café  Santa Cruz com alertas recolhidas pela Rede Europeia das Mulheres Migrantes sobre o assunto, feitos por activistas da Europa mas também de África, da América, da Oceânia e da Ásia. O facto de serem dessas zonas do planeta não é por acaso.

As citações na exposição explicam por que é que imensas pessoas defendem que é preciso abolir a prostituição por ser uma forma de violência contra as mulheres, que afecta desproporcionalmente mulheres migrantes e pobres, e para acabar com a ideia da prostituição como trabalho.

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A exposição chama-se #RiseUpAgainstOpression e já esteve no Centro da Juventude de Lisboa e na sede do Instituto Português do Desporto e Juventude, agora anda a viajar por várias partes do país. Foi cedida à ERGUE-TE pela Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres e está no Santa Cruz até ao dia 9 de Dezembro graças a uma parceria com a APBC – Agência de Promoção da Baixa de Coimbra.

 

Até 9 DEZEMBRO | #RISEUPAGAINSTOPRESSION
Café Santa Cruz – Praça 8 de Maio, Coimbra
Horário: 7h – 0h

 

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