Podem aliviar os espirros e as comichões sem químicos

Inês Teixeira 2014-05-04 14_1_Fotor-1
Antropóloga e Ambientalista
ines.af@gmail.com

 

 

Chegada a altura das alergias pelo pólen, quem nunca ouviu falar no tão mal amado pó de macaco do plátano? Na verdade a árvore, tal como o choupo, tem mais fama do que proveito.

O período entre Março e Junho/Julho é o ponto alto da polinização de grande parte das árvores. No entanto são as gramíneas, comummente chamadas de grama, capim ou relva, as responsáveis pela maior quantidade de pólen invisível, e quem paga as favas são as maiores árvores. Mas nós estamos cá para desmistificar e para ajudar a combater as alergias ao pólen.

Normalmente quem sofre de alergia ao pólen, de tal forma que precisa de combater estas agressões externas, tem uma resposta exacerbada do sistema imunitário e liberta histamina. É essa substância química que desencadeia sintomas tão conhecidos como a rinite, os espirros, a urticária, a comichão nos olhos, no nariz e na garganta, etc.

Geralmente é aconselhada a toma de anti-histamínicos químicos. No entanto, uma vez que a Natureza não costuma trazer-nos problemas sem nos dar também soluções, deixamos-vos algumas opções de anti-histamínicos naturais, muitos deles presentes nas nossas cozinhas, carreguem nas fotografias em baixo e leiam quais são.

Estas são apenas algumas dicas que poderão ajudar a aliviar os sintomas, mas se a alimentação for cuidada e o sistema imunitário reforçado, já é meio caminho andado para que haja menos espirros na próxima Primavera. 

Claro que, em caso de alergia, não podemos descurar o aconselhamento profissional, mas é bom ter sempre presente que a sazonalidade da nossa saúde caminha lado a lado com a da Natureza.

 

*Artigo actualizado a 4 de Abril de 2019

 

 

 

 

 

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