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Eu biodanzo, tu biodanzas, nós biodanzamos

Já se pratica em mais de meia centena de países, um pouco por todo o mundo, e, em Portugal, desde 1998, por Lisboa e pelo Porto, através das Escolas Biodanza Portugal e associações como a APF Biodanza. 

Em Coimbra, Mafalda Vergueiro, facilitadora do Coimbra ConVida, organiza aulas todas as terças, às 20h, no Instituto Universitário Justiça e Paz, na Rua Couraça de Lisboa, 30, atrás da Biblioteca Geral. São sessões de cerca de 3 horas e pode fazer uma experimental por 5€, sem compromisso. Não, não é preciso saber dançar nem ter qualquer tipo de preparação física particular. Há uma já no dia 20 de Março, as inscrições estão abertas, basta enviar uma mensagem para ana.vergueiro@sapo.pt ou ligar para o 919464705.

Na zona de Coimbra encontramos ainda a Ana Melo, praticante e formadora de Biodanza desde 2005. Publicou o livro Histórias sem Palavras (Publidisa, 2010), que procura transformar em palavras a possibilidade de reabilitação existencial propiciada por esta dinâmica tão sui generis. A facilitadora vai organizando aulas abertas ao público em Coimbra e Leiria, é só consultarem e inscreverem-se aqui, ou, para mais informações, contactarem-na através do email biodanza.anamelo@gmail.com ou telefone 968725473.

Além da Mafalda e da Ana descobrimos a Raquel Bontempo,  também com formação da Escola de Biodanza SRT de Portugal (2005-2008). A Raquel dá aulas privadas no Grupo Integração da Universidade Sénior de Coimbra(ESEC) às segundas, das 16h00 às 18h00, e às terças na Academia de Bailado Clássico de Aveiro com um grupo de Integração das 18h às 20h, e um grupo de Aprofundamento das 20h às 22h. Também trabalha no  Porto, realiza Biodanza em Festivais, workshops vivenciais para grupos  em instituições, empresas, escolas e organizações não governamentais. Os contactos são: biodanza.raquelbontempo@gmail.com | 963976910.

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Ronaldo Toro, 2008
© Foto de Vi’ctor Luengo

“A biodanza não é somente um conjunto de exercícios com músicas ou um sistema convencional de expressão das emoções, é também uma nova visão da vida, um processo de desenvolvimento humano, de integração da identidade, de transformações internas e desenvolvimento das potencialidades humanas. Trata-se de aprender a «dançar a vida» e de descobrir o «prazer de viver».” (Rolando Toro)

Parece uma coisa nova, mas não é. Foi criada nos anos 1970 pelo antropólogo, psicólogo, poeta e pintor chileno, Rolando Toro Araneda.

Há quem lhe chame um sistema de integração afectiva e auto-desenvolvimento; há quem lhe chame um exercício que procura promover a capacidade de estabelecer um vínculo holístico entre si, os outros e a Natureza.

No fundo trata-se de renovação orgânica e reeducação afectiva através da música, do movimento e de dinâmicas grupais. Por outras palavras: mais saúde, mais alegria e mais auto-estima para quem a pratica.

A Biodanza tem um Dia Mundial e está aí à porta: 19 de Abril. A 22 vai ser celebrado de Norte a Sul do país pela APF Biodanza.

Antes disso, e em Coimbra, quem quiser saber mais sobre a Biodanza pode passar, no dia 4 de Abril, pelos primeiros Encontros Com a Profissão de Professor(a) na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde se vai falar sobre Meditação e Biodanza: Duas Estratégias para fomentar as aprendizagens, com a geógrafa Catarina Magôlo. É às 14h30, no Núcleo de Estudos em Ensino da faculdade.

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